<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2569119382643033906</id><updated>2011-07-07T23:41:02.278+02:00</updated><category term='beatles'/><category term='NATAL DIFERENTE'/><category term='variabilidade'/><category term='experimentar'/><category term='Vicente Ferrer'/><category term='reflexões'/><category term='Prof. Pardal'/><category term='Lombardi'/><category term='inspiração'/><category term='observar'/><category term='bromas nu 25 anos'/><category term='morte'/><title type='text'>Nu em bromas</title><subtitle type='html'>Um espaço para reflexões sérias e piadas de mau gosto</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://nuembromas.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2569119382643033906/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nuembromas.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Markel R. Venga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11701830606599900511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uix-vxUZksc/SwsdJ9xJT5I/AAAAAAAAABc/DzX_5Sy1BYE/S220/Imagen+142.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>9</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2569119382643033906.post-2726936824017919919</id><published>2010-03-14T20:05:00.002+01:00</published><updated>2010-03-14T20:07:46.356+01:00</updated><title type='text'>O conto do mergulhador</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;As vezes, a vida realmente me surpreende. Por mais que todas as coisas estejam mudando o tempo todo diante de nossos olhos, na maioria das vezes eu não vejo nada. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Depois de quase 4 meses sem escrever neste blog, volto para registrar um relato muito peculiar, que aconteceu num dia e num momento muito impróprios para tal conversação, pura casualidade. Encontrei-o sentado num banco olhando as águas do rio à frente e talvez estivesse ali tentando reavivar as lembranças de sua aventura. Era um mergulhador, já grisalho, que me contou que em um sábado qualquer acordou sentindo algo diferente. Uma vontade subjetiva, uma intuição muito forte de que deveria ir pra longe dali, de sua vida normal. Segundo contou em sua história, passou 21 dias a deriva no mar e mais 4 meses em uma ilha local. Eu acho que ele realmente não esteve ali. Podia ser um louco disfarçado de gente comum. Mas durante os 30 minutos que ouvi o estranho homem contar sua história com um sotaque meio francês, meio espanhol, havia um brilho em seu olhar que me fazia acreditar que alguma coisa ali era real. Ele me contou que havia escrito um livro contando mais da viagem, mas nunca o havia publicado. Pediu o meu endereço de email e me enviou essas linhas, que eu tentei traduzir da melhor forma que pude.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;“É como que num décimo de segundo, quando ocorre uma explosão inperceptível e silenciosa, é a partir daí que você mergulha no oceano de si mesmo. Se deixa levar pelo que vive ali embaixo, e se deixa transmitir todas as mensagens, subliminares ou não, bombardeadas instantaneamente. A única coisa a fazer é direcionar a si mesmo, realizando um ajuste fino muito leve, apenas para que a mensagem não perca a essência de mensagem e passe a ser palavras aleatórias concaneadas e pontuadas. Deixar-se levar por essa maré é inicialmente incômodo, nauseante se parafrasearmos a macroscópica linguagem marítima. É preciso TEMPO para se acostumar com o balanço das ondas, saber quando e como agir, esteja você na crista de uma onda ou não. O que deve ser constante é a consciência da sua própria capacidade e pensamento positivo; este último será extremamente útil nas tormentas e tempestades. Mas, confirmando a teoria da transitoriedade das coisas materiais, vai chegar o dia de desembarcar, de vir a tona e experimentar outra realidade. Não é mais a água que lhe envolve; agora um fluido muito menos denso: o ar. Resta apenas olhar pra trás e reviver mentalmente a mágica&amp;#160; aventura nas profundezas de oceanos e mares, e sobretudo sentir-se agradecido de ter conseguido cumpri-la com sucesso. Com certeza, você relembrará acertos e erros; decisões precipitadas e acertadas. As dificuldades perderão toda a parte do sofrimento e serão apenas boas recordações. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;E ao pisar na areia úmida de uma praia em algum lugar do mundo que não conhecemos, senti uma sensação de comforto e alívio tão grande como nunca havia sentido. De haver conseguido estar ali, de ter enfrentado todos os que me taxavam de louco ou estranho, de ter cumprido a minha missão comigo mesmo. E mais, de ter todo um mundo novo pela frente”&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2569119382643033906-2726936824017919919?l=nuembromas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nuembromas.blogspot.com/feeds/2726936824017919919/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nuembromas.blogspot.com/2010/03/o-conto-do-mergulhador.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2569119382643033906/posts/default/2726936824017919919'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2569119382643033906/posts/default/2726936824017919919'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nuembromas.blogspot.com/2010/03/o-conto-do-mergulhador.html' title='O conto do mergulhador'/><author><name>Markel R. Venga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11701830606599900511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uix-vxUZksc/SwsdJ9xJT5I/AAAAAAAAABc/DzX_5Sy1BYE/S220/Imagen+142.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2569119382643033906.post-8804523275063498158</id><published>2009-12-21T19:28:00.002+01:00</published><updated>2009-12-21T19:31:08.726+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexões'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='inspiração'/><title type='text'>Inspiração</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Inspirar. Expirar.&amp;#160; Mais do que dois verbos que nos acompanham por toda a vida, eles sintetizam o processo da respiração na maioria das formas de vida que conhecemos. A prova mais prática para saber se estamos vivos ou não. Pelo menos no lado fisiológico da questão.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Se por um lado são raríssimas as vezes em que deixamos de respirar (apnéia, por exemplo), por muitas vezes deixamos de inspirar, ou melhor, de nos inspirar. Passamos por perídos que chamamos de “sem inspiração”, uma falta de motivação e criatividade que acho díficil de definir. É a tragédia dos artistas, que geralmente dizem depender mais dela do que a maioria das pessoas. Mas talvez, isso possa não ser assim tão diferente.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Eu não sou artista. Me declaro um admirador da arte, de umas mais e de outras menos. Mas é verdade que me vejo atraído, meio que magnetizado por ela, seja ela da forma que for. O que eu quero dizer é que quem paga minhas contas não é a arte, o que me levaria a crer que eu não seria tão dependente da inspiração para atingir qualquer nível de sucesso profissional ou realização pessoal. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Mas o que constatei há poucos dias atrás vai um pouco de encontro com a afirmação anterior. Na janela do trem que me leva do trabalho à casa, percebi que a inspiração estaria menos ligada à arte do que pensava antes. Depois de me encontrar sem inspiração para as pequenas doses de arte que vivencio ( arranhar o violão, assistir um bom filme, escutar música, e até escrever textos para o blog), percebi que não me via inspirado a fazer outras coisas também. Dedicar-se ao trabalho, praticar esportes, sair pra jantar, conversar com as pessoas, etc. Estar inspirado talvez seja estar em um estado espírito que te motiva a fazer &lt;strong&gt;tudo&lt;/strong&gt;, não só a compor uma bela canção ou escrever versos que emocionam.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Isso tudo me lembou de várias e várias conversas com grandes amigos, que também são fascinados pela música. Discutíamos, entre outros assuntos, estilos e “metodologias” de composição de grandes compositores brasileiros, arranjos, melodias, harmonias e claro, o resultado disso quando nos arriscávamos a fazer canções. E me lembro que por muitas vezes, dizíamos que a inspiração, hesitante, era fruto não só do ambiente que nos rodeia, mas de nós mesmos em geral. A questão era colocarmo-nos inspirados, nos inspirarmos. E isso cada um deve saber como fazer. Não existe regra ou passo-a-passo já pronto. A passividade de esperar a inspiração chegar deveria dar lugar à atitude de fazer com que ela surja em nós mesmos, pelo máximo de tempo possível. Concluí então, que os dias em que experimentava a famosa “falta de inspiração” podiam ser consequência deles mesmos, que obviamente foram lineares e pouco inspiradores.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Hoje é o primeiro dia de férias, e prentendo disfrutá-las ao lado das pessoas mais especiais em minha vida: minha família e meus amigos. Definitivamente, são as pessoas que me inspiram. A trabalhar 5 dias por semana, a passar frio e sentir saudade, a passar horas em lojas para comprar presentes. O que te faz inspirado?&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2569119382643033906-8804523275063498158?l=nuembromas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nuembromas.blogspot.com/feeds/8804523275063498158/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nuembromas.blogspot.com/2009/12/inspiracao.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2569119382643033906/posts/default/8804523275063498158'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2569119382643033906/posts/default/8804523275063498158'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nuembromas.blogspot.com/2009/12/inspiracao.html' title='Inspiração'/><author><name>Markel R. Venga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11701830606599900511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uix-vxUZksc/SwsdJ9xJT5I/AAAAAAAAABc/DzX_5Sy1BYE/S220/Imagen+142.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2569119382643033906.post-1963269872358738015</id><published>2009-12-07T01:02:00.001+01:00</published><updated>2009-12-07T01:05:49.739+01:00</updated><title type='text'>LUTO</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;Flamengo campeão brasileiro de 2009 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Nenhum time carioca rebaixado &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Vasco de volta a série A em 2010 &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Cruzeiro na Libertadores &lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;Um domingo de TRAGÉDIA para o futebol brasileiro.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Apenas este vídeo pra nos fazer sorrir e nos motivar para mais uma semana.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="center"&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/YBPcoI4OE9Y&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/YBPcoI4OE9Y&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;    &lt;br /&gt;&lt;em&gt;Alguém mais com vontade de aprender a tocar piano?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ah sim, o Palmeiras se f* e isso é muito bom.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2569119382643033906-1963269872358738015?l=nuembromas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nuembromas.blogspot.com/feeds/1963269872358738015/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nuembromas.blogspot.com/2009/12/luto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2569119382643033906/posts/default/1963269872358738015'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2569119382643033906/posts/default/1963269872358738015'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nuembromas.blogspot.com/2009/12/luto.html' title='LUTO'/><author><name>Markel R. Venga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11701830606599900511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uix-vxUZksc/SwsdJ9xJT5I/AAAAAAAAABc/DzX_5Sy1BYE/S220/Imagen+142.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2569119382643033906.post-4174857373772317124</id><published>2009-12-03T01:18:00.006+01:00</published><updated>2009-12-03T01:37:40.706+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lombardi'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Vicente Ferrer'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='morte'/><title type='text'>É com você, Lombardi…</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Depois de uma estranha segunda-feira digna de outras “reflexões de 2ª” (o assunto voltará em posts futuros), a terça-feira se mostrou muito diferente e interessante. Comemorava-se o dia do Voluntariado na empresa, onde fui convidado a expor um pequeno testemunho sobre uma participação em atividades solidárias que já havia participado. Com isso me já me bastariam as ótimas lembranças dos domingos da “sopa” em Uberlândia. Como nos finais de filmes infantis, no final deu tudo certo, apesar do ligeiro “cagaço” admitido frente à falar espanhol em público para os “chefes” durante alguns minutos. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&amp;nbsp;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_uix-vxUZksc/SxcD4SngowI/AAAAAAAAADc/wFI3O_bfLqo/s1600-h/PC015819%5B14%5D.jpg"&gt;&lt;img alt="Dia do Voluntariado 2009 ArcelorMittal" border="0" height="200" src="http://lh3.ggpht.com/_uix-vxUZksc/SxcD5N1LY1I/AAAAAAAAADg/HtsUHj80oNY/PC015819_thumb%5B12%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-color: initial; border-bottom-style: initial; border-bottom-width: 0px; border-left-color: initial; border-left-style: initial; border-left-width: 0px; border-right-color: initial; border-right-style: initial; border-right-width: 0px; border-top-color: initial; border-top-style: initial; border-top-width: 0px; display: block; float: none; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; margin-right: auto; margin-top: 0px;" title="Dia do Voluntariado 2009 ArcelorMittal" width="260" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
Cagaço meramente ilustrativo&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mas o que realmente vale a pena contar aqui é sobre um &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=BnqDBMgxXU4"&gt;vídeo&lt;/a&gt; que foi apresentado por umas das ONG´s convidadas para o ato central do evento, a &lt;a href="http://www.fundacionvicenteferrer.org/esp/index.php"&gt;Fundação Vicente Ferrer&lt;/a&gt;. Vicente Ferrer foi um filantropo espanhol que dedicou grande parte de sua vida à realização de obras humanitárias em Anantapur, uma das regiões mais pobres do sul da Índia. Um ser humano desses que a gente, infelizmente, só vê de tempos em tempos. No último dia 19 de junho, ele experienciou, possivelmente muito feliz, uma das coisas que muitos de nós talvez vemos de uma maneira carregada de terror e tristeza: a própria morte.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; De acordo com o site do Ministério da Saúde, no Brasil morreram mais de um milhão de pessoas só no ano de 2007. Isso são impressionantes 2 mortes por minuto, sem contar as mortes que não são contabilizadas nessa estatística.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Hoje quem partiu foi o Lombardi, a “voz” do Silvio Santos. Amanhã serão outros tantos. Melhor seria se fossem todas por causas naturais, e não por violência ou grandes tragédias. Mas a última linha é a mesma: bater as botas, ir dessa pra uma melhor, dormir no caixão.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Morrer é um ato que em geral divide muitas opiniões entre as pessoas: pra uns é uma viagem, pra outros um ponto final; pra outros ainda um início, e pra muitos um “...ah, sei lá”. Particularmente eu não entendo como algumas pessoas não se preocupam, ou melhor, não carregam em si &lt;b&gt;NO MÍNIMO&lt;/b&gt; uma curiosidade em saber o que significa a &lt;b&gt;ÚNICA&lt;/b&gt; experiência em que temos &lt;b&gt;ABSOLUTA CERTEZA&lt;/b&gt; que &lt;b&gt;TODOS&lt;/b&gt; iremos enfrentar. Haja CAPS LOCK e &lt;b&gt;texto em negrito&lt;/b&gt; pra evidenciar a inquietude. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Pois o &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=BnqDBMgxXU4"&gt;vídeo&lt;/a&gt; acima citado era uma homenagem à recente morte de Vicente Ferrer. Em 10 minutos, fazia um resumo dos trabalhos da fundação e da vida de seu fundador, com fotos, discursos e entrevistas. Em uma delas, Ferrer respondia o quão feliz se sentiu em uma experiência de quase-morte em que sobreviveu. O vídeo não mostra o que ocorreu na experiência em si, mas em um dos trechos perguntava Ferrer aos médicos: “E agora o que fazer? Porque me&amp;nbsp; sinto tão bem e com tamanha felicidade?”. A resposta dos médicos: “Você estava morrendo.”&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Isso me fez pensar um pouco e refletir o porquê de tal angústia que sentimos ao pensar na morte. E o porquê daquele homem sentir simplesmente o contrário. Posso dizer que a única explicação que me satisfez foi a de que aquele homem não desperdiçava a sua vida. O seu tempo, a sua saúde, a sua inteligência; e a sua geniosa bondade. Ele tinha suas convicções, um sonho, um objetivo. E trabalhou duro para torná-lo realidade. Para ele, morrer era como um alívio, pois por hora se distanciaria de uma grande responsabilidade que tinha com ele mesmo; mas que isso só de fato era um alívio porque ele talvez sempre tenha tido a consciência tranquila. E muitos de nós, nos apavoramos ao pensar no fim de nossas vidas talvez porque sabemos no fundo que podíamos fazer mais; que muitas vezes não aproveitamos, principalmente, nossa saúde e inteligência para fazer as coisas que realmente nos fazem crescer, que valem a pena. E não falo aqui apenas de grandes esforços, como o de Ferrer, a quem não ouso me comparar, mas se não de muitos pequenos atos que deixamos para o dia seguinte, por exemplo. Os estudos que prorrogamos, o esporte que insistimos em não começar, a caridade que pode ficar pra semana que vem. Enfim, cada um tem seus pequenos motivos pessoais. Quantas palavras, sorrisos, abraços, presentes, telefonemas, mensagens, até “bom dias” vejo as pessoas se esquecerem de realizar! E quando chega a nossa vez de perder uma pessoa querida em nossa convivência, talvez choraremos lágrimas tardias e mais tristes.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
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***&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_uix-vxUZksc/SxcD5iYTz1I/AAAAAAAAADk/rWDXUIuZug8/s1600-h/vicente%20ferrer%5B10%5D.jpg"&gt;&lt;img alt="Vicente Ferrer" border="0" height="148" src="http://lh4.ggpht.com/_uix-vxUZksc/SxcD6Pyco2I/AAAAAAAAADo/T1VdoGC0sYo/vicente%20ferrer_thumb%5B8%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: inline; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 10px;" title="Vicente Ferrer" width="244" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Vicente Ferrer i Mocho, (Barcelona, 09/04/1920 – Anantapur, India, 19/06/2009)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_uix-vxUZksc/SxcD6WrEdjI/AAAAAAAAADs/EDnPkBtTajU/lombardi_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="Lombardi" border="0" height="173" src="http://lh5.ggpht.com/_uix-vxUZksc/SxcD6WrEdjI/AAAAAAAAADs/EDnPkBtTajU/lombardi_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" style="border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-top-width: 0px; display: inline; margin-top: 0px;" title="Lombardi" width="210" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
Luiz Lombardi Neto, São Paulo, 22/09/1940 - Santo André, 02/12/2009)&lt;/div&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Nota do revisor:&lt;/span&gt;

&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Talvez&lt;/b&gt; você possa perceber, como eu mesmo o fiz, que a palavra &lt;b&gt;talvez &lt;/b&gt;se repete aqui em uma frequência maior do que o comum, ou mais vezes que o necessário. Por mais que possa parecer falha literária ou desvio gramatical, eu vou aceitar essa repetição porque ela reflete um pouco da verdade. Muito das coisas que escrevo aqui são sobre temas duvidosos, intrigantes e em muitos deles não pretendo estabelecer os argumentos como&amp;nbsp; verdades absolutas. A proposta é fazer justamente o contrário; incitar, propor a reflexão, jogar na mesa diferentes pontos de vista para poder enxergar as coisas de um maneira diferente da qual estamos normalmente habituados. Isso sim, sem nenhum &lt;strong&gt;talvez&lt;/strong&gt;, eu acredito que é valido experimentar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2569119382643033906-4174857373772317124?l=nuembromas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nuembromas.blogspot.com/feeds/4174857373772317124/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nuembromas.blogspot.com/2009/12/e-com-voce-lombardi.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2569119382643033906/posts/default/4174857373772317124'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2569119382643033906/posts/default/4174857373772317124'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nuembromas.blogspot.com/2009/12/e-com-voce-lombardi.html' title='É com você, Lombardi…'/><author><name>Markel R. Venga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11701830606599900511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uix-vxUZksc/SwsdJ9xJT5I/AAAAAAAAABc/DzX_5Sy1BYE/S220/Imagen+142.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://lh3.ggpht.com/_uix-vxUZksc/SxcD5N1LY1I/AAAAAAAAADg/HtsUHj80oNY/s72-c/PC015819_thumb%5B12%5D.jpg?imgmax=800' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2569119382643033906.post-8533140127830612123</id><published>2009-11-29T15:56:00.002+01:00</published><updated>2009-11-29T15:57:20.153+01:00</updated><title type='text'>Qual o nome da coisa?</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Qual o nome da coisa quando vc sabe EXATAMENTE o que tem que fazer mas simplesmente não faz? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Qual o nome da coisa quando você olha no fundo dos olhos de alguém e sabe exatamente o que ela está pensando? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Qual o nome da coisa quando você abre a porta da geladeira, pára e pensa: "O que eu vim fazer na cozinha mesmo?" &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Qual o nome da coisa que você sente segundos antes de atender o telefone que você tanto esperava tocar? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Qual o nome da coisa que te faz arrepiar quando você escuta aquela música? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Qual o nome da coisa que você sente quando decide não sair de casa no sábado a noite e de repente começa a chover? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Qual o nome da coisa quando você se lembra de uma decisão importante que tomou e não se arrepende das consequências? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Qual o nome da coisa quando você começa a procurar algo que está perdido nos lugares mais improváveis, que você tem certeza que não podem estar ali? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Qual o nome da coisa quando surgem mil idéias geniais na sua cabeça, mas assim que você pega papel e caneta elas simplesmente desaparecem?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quem souber alguma resposta, pode se arriscar nos comentários!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E pra quem não ainda não conhece, tá aí&amp;nbsp; um vídeo dos caras da Cia. Barbixas de Humor, que fazem também uma excelente peça de humor improvisado, o Improvável. Não recomedado para quem &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;NÃO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt; quer perder algumas horas no youtube. Um bom domingo e ótima semana!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/6-9nWt04oSI&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;
&lt;/param&gt;
&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;
&lt;/param&gt;
&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;
&lt;/param&gt;
&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/6-9nWt04oSI&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas quem nunca coisou o coiso??&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2569119382643033906-8533140127830612123?l=nuembromas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nuembromas.blogspot.com/feeds/8533140127830612123/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nuembromas.blogspot.com/2009/11/qual-o-nome-da-coisa.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2569119382643033906/posts/default/8533140127830612123'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2569119382643033906/posts/default/8533140127830612123'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nuembromas.blogspot.com/2009/11/qual-o-nome-da-coisa.html' title='Qual o nome da coisa?'/><author><name>Markel R. Venga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11701830606599900511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uix-vxUZksc/SwsdJ9xJT5I/AAAAAAAAABc/DzX_5Sy1BYE/S220/Imagen+142.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2569119382643033906.post-7784429731500362816</id><published>2009-11-25T20:47:00.006+01:00</published><updated>2009-11-25T20:53:14.320+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='NATAL DIFERENTE'/><title type='text'>Então, é Natal…</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&amp;nbsp;&lt;em&gt;25 de novembro. Faltando exatos 30 dias para o Natal, resolvi publicar um texto de uma pessoa que eu admiro e respeito MUITO. A história é verídica, e foi publicada em uma revista no Brasil. Talvez vocês a conheçam, talvez não.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;b&gt;UM NATAL DIFERENTE&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Era o ano de 1980 e eu morava em Brasília-DF, acabava de assumir um cargo no Banco do Brasil. Saí de Belo Horizonte, onde morava com meus pais, em 1978 e fui inicialmente morar com primos de minha mãe em Brasília, na SQS 203, quadra localizada no começo da asa sul.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Estava com 24 anos (morena, cabelos médios castanhos, bem feita de corpo) e depois de várias paqueras, firmei namoro com o Paulinho (perto dos 28 anos, moreno claro, entradinhas de futura e provável careca), que acabou durando perto de dois anos. Naquela época o Paulinho dividia um apartamento com um amigo, também na asa sul de Brasília. Esse amigo, o Jorge (alto, bem corpulento, mulato, voz grave e que adorava se vestir de branco, no estilo afro), era um ser muito especial e muito exótico também. Se auto definia como médium, jogava búzios para ler a sorte das pessoas e dizia poder enxergar a aura humana. Freqüentei por diversas vezes aquele apartamento, que era pra mim um refúgio gostoso, cercado de bons companheiros. Aquele lar vivia cheio de pessoas, amigas ou estranhas, mas sempre bem vindas, principalmente pelo Jorge, que era enfim, o dono de tudo. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; O episódio que relatarei aconteceu no Natal de 1980. Após trabalhar pela manhã no Banco, estava com passagem marcada, pela VASP, para Belo Horizonte onde iria passar as festas de fim de ano com minha família. Dias antes, numa das visitas ao citado apartamento, o Jorge me convidou pra passar o Natal com eles, o que, gentilmente, agradeci e me justifiquei pela necessidade de visitar meus pais. Naquele dia, o Jorge me disse que gostaria de fazer uma festa de Natal diferente! Que todas as pessoas que não tivessem lugar para ir, poderiam chegar a casa dele, que seriam todos bem vindos (como sempre). Nas suas divagações o Jorge chamou aquele de “o natal dos desgarrados”, ou seja, gente sem lugar pra ir, sem canto pra ficar, sem família pra compartilhar... Agradeci a Deus por ter uma família me esperando em Belo Horizonte!&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Por volta das onze horas, o Paulinho me levou ao aeroporto (detalhe: no meu fuscão azul pavão, ano 73, lindão, meu primeiro carro!) e nos despedimos como um casal apaixonado, que éramos na época. Ao chegar ao saguão apinhado de gente (todo mundo sai de Brasília em feriados, aliás, até hoje é assim!) me dirigi ao balcão da cia. aérea, fiz o check-in e aguardei meu vôo, vindo do nordeste brasileiro, com escalas em Brasília e Belo Horizonte e destino final Rio de Janeiro (aliás, minha terra natal, acredite ou não, sou carioca do Estado da Guanabara, nascida no Méier, em 1956, na capital federal do Brasil).&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Após algumas horas de espera (não, não era operação padrão! Era atraso mesmo), finalmente chamaram para embarque e lá fui eu, feliz de poder finalmente encontrar os meus familiares. Instalei-me dentro do avião, peguei uma revista pra disfarçar o meu medo de voar e esperei, e esperei, e esperei..... Foi dando aquela agonia de não sabermos o que atrasava tanto nossa partida, até que da cabine veio aquela linda voz do comandante (porque todo comandante tem voz bonita?):&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;-“ Senhoras e senhores, informamos que por motivo de condições climáticas adversas, este vôo não mais pousará em Belo Horizonte. Assim sendo, pedimos a todos os passageiros que se destinam aquela cidade que desembarquem e procurem nosso pessoal de terra.”&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
Pois é, Belo Horizonte chovia canivetes e não havia condições de pouso seguro no antigo aeroporto da Pampulha... Ai, meu Deus, eu pensei, vou chegar em cima da hora da ceia e ainda nem levei presente pra todo mundo. Nossa cadê minha bagagem? Chegar sem presentes e sem roupa? Aeromoça, preciso pegar minhas malas? Ah, os mineirinhos em viagem....&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Desci, aliás, descemos um pequeno grupo de dez, doze pessoas, vindas de todo canto do Brasil pra Belo Horizonte, que agora parecia tão distante. Fomos informados que, assim que as condições metereológicas permitissem, nós seríamos recolocados em outro vôo. E que não nos preocupássemos, afinal, ainda havia muitos vôos passando por Brasília.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Naturalmente e muito de mansinho fomos nos conhecendo, uma vez que estávamos todos juntos, aguardando o reembarque. Com uns, uma afinidade maior, com outros uma distância prudente, com um deles até rolou paquera (ai, me perdoa Paulinho!).&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Nas medida que o tempo passava (já devia ser umas duas da tarde) nossa ansiedade aumentava, pois os vôos iam se escasseando e nós ali, sentados no saguão de um aeroporto, numa véspera de Natal! A gente se revezava no telefone público, pois ainda não existia celular, bom, EU nem conhecia celulares, e a fila era sempre grande nos orelhões. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Às cinco da tarde finalmente anunciam a chegada do último vôo pra BH. Ufa! Vamos enfim embarcar. Já com aqueles risinhos e piadinhas nos dirigimos pra embarque, quando fomos informados, pelo serviço de auto falantes que Belo Horizonte continuava “sem teto” para pousos. Finalmente, tivemos a triste certeza de que passaríamos o Natal no saguão do aeroporto de Brasília, longe das nossas famílias! Com o cancelamento do nosso vôo, a cia aérea iria alojar as pessoas de fora em hotéis da cidade, uma vez que somente no outro dia (25) teria um vôo pra BH.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Foi quando me lembrei do apartamento do Jorge e seu desejo de um Natal diferente. Sem dúvidas e sem consultar o dono do apartamento, convidei todos para irem pra lá! Qualquer coisa seria melhor que ficar em quartos de hotéis na noite de Natal! Alguns, ainda meio reticentes, ficaram em dúvida (quem era essa maluca, que mal conhecemos que convida todo mundo pra casa de um outro que nunca vimos?), alguns agradeceram e outros confirmaram presença. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Telefonei pro Paulinho me buscar e fui direto pro apartamento contar a novidade (oops!) ao Jorge. Ele foi uma gracinha mesmo! Adorou a idéia e disse que tinha feito muita comida, que tinha muita bebida e que seria ótimo. Confesso que por dentro, eu fiquei temerosa do meu impulsivo convite. Afinal, conhecia aquelas pessoas há apenas algumas horas!&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Por volta das nove horas eles começaram a chegar. Ao todo formamos um pequeno grupo de dez pessoas. Divertimos-nos muito, rimos da nossa história e de nossa aventura. Na passagem da meia noite, nos demos conta que éramos, sim, todos desgarrados! Éramos filhos sem pais, maridos sem esposas, namoradas sem namorados... Enfim o Natal dos desgarrados, o Natal do Jorge! E a emoção tomou conta de todos nós... rimos e choramos abraçados, mas agradecidos pelo estranho, diferente e fraterno Natal que passamos.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Nunca mais revi aqueles breves companheiros, mas guardo na memória e no coração a beleza daquele inusitado encontro, que, magicamente teria de ser mesmo numa noite de Natal!&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
***&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_uix-vxUZksc/Sw2KOJVTD7I/AAAAAAAAACA/l-ygGsyqMCc/s1600/Marcia.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_uix-vxUZksc/Sw2KOJVTD7I/AAAAAAAAACA/l-ygGsyqMCc/s320/Marcia.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;em&gt;Márcia Chequer Ramos, psicóloga, cantora, compositora e autora deste texto. Ah sim, é tambem a pessoa mais importante da minha vida. Obrigado por ser a melhor mãe do mundo. TE AMO!!!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2569119382643033906-7784429731500362816?l=nuembromas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nuembromas.blogspot.com/feeds/7784429731500362816/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nuembromas.blogspot.com/2009/11/entao-e-natal.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2569119382643033906/posts/default/7784429731500362816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2569119382643033906/posts/default/7784429731500362816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nuembromas.blogspot.com/2009/11/entao-e-natal.html' title='Então, é Natal…'/><author><name>Markel R. Venga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11701830606599900511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uix-vxUZksc/SwsdJ9xJT5I/AAAAAAAAABc/DzX_5Sy1BYE/S220/Imagen+142.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_uix-vxUZksc/Sw2KOJVTD7I/AAAAAAAAACA/l-ygGsyqMCc/s72-c/Marcia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2569119382643033906.post-7090940488783071601</id><published>2009-11-23T20:59:00.005+01:00</published><updated>2009-11-23T21:17:11.804+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='experimentar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='beatles'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Prof. Pardal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='variabilidade'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='observar'/><title type='text'>Reflexões de 2ª</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Na manhã da última sexta-feira participei de um curso sobre domínio e análise da variabilidade em processos produtivos. A primeira metade do curso se mostrou como a expectativa do mesmo no dia anterior: chata, pouco prática, monótona e linear. Convenhamos: pelo assunto mencionado acima não podia se esperar grandes coisas, ou as horas mais interessantes da semana. Resumindo, um condensado de teoria copiada de livros demasiado técnicos e um palestrante desmotivado com cara de Prof. Pardal. Eu travava uma luta interior pra manter os olhos abertos e fazer cara de quem está interessado, visto que constantemente eu atraía os olhares do interlocutor, como se ele já desconfiasse que eu não era nascido em terras espanholas. Talvez estaria se perguntando como um imigrante fora parar ali, participando da Semana de Qualidade do Governo Vasco. Nem a elegante senhora com quem compartia o “palanque”, encarregada de apresentar a segunda parte do curso, prestava atenção no discurso de seu colega. Preferia lançar olhares sobre a pequena platéia ou fingir fazer anotações em uma folha de papel. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Surpreendentemente, o conteúdo por ela apresentado atraiu a atenção de todos os presentes, Prof. Pardal incluso. Com inteligência e simpatia, a palestrante mostrou em teoria e prática como analisar e diminuir a variabilidade de resultados mediante dois pontos muito importantes: observação e experimentação. Mal sabia ela que depois de um sábado regado a vinho e futebol, me esperava um domingo de ressaca e reflexões sobre a semana que terminava e a que estaria por vir.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Jogado no sofá com a garrafa de água a tiracolo, eu me perguntava se a teoria apresentada no curso poderia se enquadrar como uma espécie de filosofia consciente de vida; observar e experimentar sempre, seguidas vezes, sempre que surgisse o desejo de mudança. Seja ela da magnitude/dificuldade que for. De uns tempos pra cá, descobri que passei a valorizar mais as mudanças em geral. Por mais duro que seja abandonar a “zona de conforto” em que nos encontramos inicialmente, ao final parece que a dificuldade é sempre recompensada, quase que como uma garantia, fruto de uma intuição&amp;nbsp; que nos faz sentir que estamos fazendo algo que realmente deveríamos estar fazendo, que estamos trilhando o caminho correto, se é que existe UM caminho correto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Sendo assim, talvez influenciado pela entorpecência pós-embriaguez ou pelo estranho sono de uma noite mal dormida, me fixei ao binômio “observar-experimentar” como conduta a ser testada durante esta semana. “E pra quê?” – me perguntaria um leitor mais assertivo. Pois boa pergunta. Pois não sei. O que eu sei é que vejo várias mudanças que me cairiam muito bem, umas fáceis, outras difíceis; umas simples, e outras nem tanto. E isto não quer dizer que as fáceis sejam as simples, que fique claro. Quem conhece e gosta dos Beatles sabe: a grandiosidade de suas músicas estava por muitas vezes na simplicidade das mesmas! E com certeza não há absolutamente NADA de fácil em compor canções no nível Lennon/McCartney.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Então é isso, observar, experimentar e mudar. O tripé que sustenta este texto de segunda-feira. É incrível o poder que este dia da semana exerce sobre nossas mentes! Variabilisticamente comprovado! Essa semana vou experimentar dormir melhor, reforçar o café-da-manhã, tomar 2 litros de água por dia e gastar menos tempo pensando bobagens. E você ? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ah, e a primeira mudança já está definida: sem reflexões baratas no próximo post. Para terminar, um lado B dos Fab Four que ilustra o exemplo descrito acima.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;object height="295" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/9hiZKvDbiRo&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"&gt;




&lt;/param&gt;
&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;




&lt;/param&gt;
&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;




&lt;/param&gt;
&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/9hiZKvDbiRo&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="295"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Porque eu te disse antes….ô, você não pode fazer aquilo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2569119382643033906-7090940488783071601?l=nuembromas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nuembromas.blogspot.com/feeds/7090940488783071601/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nuembromas.blogspot.com/2009/11/reflexoes-de-2.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2569119382643033906/posts/default/7090940488783071601'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2569119382643033906/posts/default/7090940488783071601'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nuembromas.blogspot.com/2009/11/reflexoes-de-2.html' title='Reflexões de 2ª'/><author><name>Markel R. Venga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11701830606599900511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uix-vxUZksc/SwsdJ9xJT5I/AAAAAAAAABc/DzX_5Sy1BYE/S220/Imagen+142.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2569119382643033906.post-5060115874798325685</id><published>2009-11-18T23:09:00.002+01:00</published><updated>2009-11-23T20:38:47.164+01:00</updated><title type='text'>Cotidiano</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;
&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Este texto foi inspirado em uma dessas "surpresas" que a vida nos dá. Não pretendia me aprofundar tanto, nem soar muito filosófico mas acabei me deixando levar.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Todo dia ela faz tudo sempre igual, lhe dá um sacode às 6 da manhã, sorri o sorriso pontual, e o beija com a boca cheirando a creme dental sabor hortelã. Este &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Cotidiano&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt; cantado por Chico Buarque soa muito bem, claro, mais uma das várias evidências de seu talento, que para mim beira a genialidade. E pode nos fazer pensar também em como nos arriscaríamos a cantar o nosso próprio.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; É bem verdade que em certos momentos a vida se parece uma mera repetição de fatos, mesmo que você procure fazer coisas “"diferentes” sempre que puder. Te digo o porquê mostrando alguns exemplos. Se você viaja para um lugar diferente em todos os fins de semana, não importa o quão diferente sejam as cidades e culturas, você estaria fazendo a mesma coisa sempre: viajando. Isso vale pra qualquer coisa, seja comer, praticar esportes, se divertir, rezar, trabalhar, fazer filhos ou navegar na internet. Sob um certo ponto de vista tudo o que você faz pode ser classificado como em “categorias” de ações e fatos, e estas infelizmente são limitadas. Se assim podemos dizer, acabamos por repeti-las a cada período determinado de tempo, seja um dia, uma semana ou 50 anos. Tudo bem, eu confesso que é um modo um pouco chato e negativo de ver as coisas, mas é inegável admitir que faz algum sentido e tem coerência. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; É partindo daí que por momentos, as pessoas creem que nada acontece em suas vidas. Ora, acontecer me parece um verbo um tanto quanto relativo, mas não vamos entrar nessa discussão. Geralmente, o que elas querem dizer é que não veem grandes mudanças num futuro próximo, que sentem que&amp;nbsp; realmente não estão experimentando ou descobrindo nada, que tudo está parado ao seu redor. Há quem defenda a importância de uma rotina em sua vida, e há quem a despreze e tenha repugnância. Então, melhor que seja uma opinião pessoal, questão de gosto, e gosto todos sabem: é como o cu, cada um tem o seu (&lt;/span&gt;&lt;strike&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;ou como o braço, tem gente que não tem – piada infame do dia&lt;/span&gt;&lt;/strike&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;). Na minha opinião, a rotina é mais uma das inúmeras coisas que a gente quer quando não tem, e quando tem, não quer. É a famosa estória do carrinho de brinquedo você tinha quando criança. Passava o ano todo esquecido no quarto, sem andar nenhum centímetro sequer. Novo, implorando pra dar uma volta no chão da sala ou da cozinha. Mas quando aquele primo que mora longe vem passar férias&amp;nbsp; e atende o desejo do brinquedo, já era. Você nunca sentiu tamanha vontade de brincar com aquele pequeno automóvel. &lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Por supuesto&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;, a estória acima se aplica também às bonecas; e nos acompanha pro resto de nossas vidas. Com a idade mudam-se os desejos, mas a moral da história é a mesma. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mas de fato o que as vezes deixamos de perceber é que esta é a forma natural de trabalho do mundo, ou da natureza, ou do que for. Por mais que tudo se pareça congelado e estático, na verdade tudo está acontecendo a cada segundo que passa e o que está por vir é completamente dependente do que ocorreu neste segundo. Em outras palavras, pode-se dizer que cada ato, frase ou pensamento que uma pessoa manifesta, tem efeito direto na próxima realidade&amp;nbsp; a ser presenciada. Mesmo que ínfimo, quase imperceptível, este efeito existe. E digo mais, ele é irreversível. É um exemplo do que chamamos de &lt;/span&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;entropia&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;, conceito&amp;nbsp; a qual fui apresentado estudando engenharia e que, como você,&amp;nbsp; não faço muita idéia do que realmente seja. Existe uma direção única a qual estão direcionadas todas as coisas; uma vez frito o peixe, não há como torná-lo cru novamente. O que muita vezes nos surpreende é que a velocidade destas transformações não nos é perceptível em pequenas franjas de tempo, e talvez hoje nos falte &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;paciência&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt; neste mundo em que os anos parecem passar cada vez mais rápido (adeus 2009!) e essa rapidez assusta nossos avós, nossos pais e até nós mesmos. E talvez aí, percebemos onde está a grande sabedoria inerente às coisas naturais, tão ligadas às questões existenciais e íntimas de cada um de nós, chamados aqui de seres humanos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;*** &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para ver&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&amp;nbsp;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ZGgd0DUKok4&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;
&lt;/param&gt;
&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;
&lt;/param&gt;
&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;
&lt;/param&gt;
&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/ZGgd0DUKok4&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O pestinha que virou hippie que virou tiozão.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para ouvir&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&amp;nbsp;&lt;object height="265" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/3ZW_keqnzD8&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;
&lt;/param&gt;
&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;
&lt;/param&gt;
&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;
&lt;/param&gt;
&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/3ZW_keqnzD8&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Chico só no ombrinho…&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2569119382643033906-5060115874798325685?l=nuembromas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nuembromas.blogspot.com/feeds/5060115874798325685/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nuembromas.blogspot.com/2009/11/cotidiano.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2569119382643033906/posts/default/5060115874798325685'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2569119382643033906/posts/default/5060115874798325685'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nuembromas.blogspot.com/2009/11/cotidiano.html' title='Cotidiano'/><author><name>Markel R. Venga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11701830606599900511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uix-vxUZksc/SwsdJ9xJT5I/AAAAAAAAABc/DzX_5Sy1BYE/S220/Imagen+142.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2569119382643033906.post-51736385659095103</id><published>2009-11-10T02:51:00.013+01:00</published><updated>2009-11-18T21:50:08.368+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bromas nu 25 anos'/><title type='text'>Um quartim (de século)</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;
&lt;/span&gt;


&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; E foi assim, como um presente (de grego talvez) pra mim mesmo, resolvi me dar um blog.Estranho né? É. Vamos ver no que dá.&lt;/span&gt;


&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;

&lt;/span&gt;


&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;Pretendo compartilhar aqui o que me der vontade, sem qualquer pressão de produzir algo novo texto ou publicar fotos e fatos do cotidianos. Mas não que isso esteja proibido. Creio eu que muito do que estará por aqui surgiu e surgirá como consequências de conversas informais regadas a álcool ou café, despretenciosamente singulares.Sem a intenção de criar o décimo-primeiro mandamento nem agregar seguidores de idéias revolucionárias. Aliás, é muito mais fruto de observações alheias do que de novas teorias ou cadeias de raciocínio. É a junção de dois simples prazeres que frequentemente me ocorrem fazer: escrever e pensar na vida. É o efeito da curiosidade que nos é intrínseca, de tamanho variável ao que você assume que tem; aliada ao charme de escolher boas palavras e o prazer de deixá-las guardadas em algum lugar, real, virtual ou imaginário.&lt;/span&gt;


&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não se sinta ofendido, nem obrigado a concordar com nada. Leia, opine, critique, sinta-se livre até para não ler uma linha sequer. Deixemos um pouco de lado as regras; já gastamos muitas horas dos nossos dias tentando nos submeter a elas. Não se surpreenda se não encontrar novos textos. Aqui não existirão atualizações regulares, estou desembrulhando um presente que ainda não sei usar. Não sei aonde ele vai estar amanhã depois do almoço.&lt;/span&gt;

&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;

&lt;/span&gt;

&lt;br&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Pronto, o primeiro passo já foi dado e agora, com licença, que não é qualquer dia que se faz 25 anos. Me parece uma idade forte de se cumprir, talvez seja a mais forte desde que fiz 18 anos e achava que eu era um cara. Já ouvi por aí que quando se faz 25, você já é mais 30 do que 20. Melhor esperar pra ver no que dá. De diferente mesmo, por enquanto, é a saudade que nesse 10 de Novembro bateu mais forte, por alguns abraços que receberei como presentes de Natal. &lt;/span&gt;

&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;
&lt;/span&gt;

&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: 'Helvetica Neue', Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Obrigado pelos votos sinceros de felicidades, e até a próxima!!&lt;/span&gt;

&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2569119382643033906-51736385659095103?l=nuembromas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nuembromas.blogspot.com/feeds/51736385659095103/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nuembromas.blogspot.com/2009/11/um-quartim-de-seculo.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2569119382643033906/posts/default/51736385659095103'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2569119382643033906/posts/default/51736385659095103'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nuembromas.blogspot.com/2009/11/um-quartim-de-seculo.html' title='Um quartim (de século)'/><author><name>Markel R. Venga</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11701830606599900511</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_uix-vxUZksc/SwsdJ9xJT5I/AAAAAAAAABc/DzX_5Sy1BYE/S220/Imagen+142.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry></feed>
